8/16/2016

O fascínio dos pés

Pés amarrados são um capítulo especial da dominação. Dizem algo sobre uma mulher vulnerável: são uma parte em exposição com a qual se pode mudar material, posição, se pressa. Um prazer á parte para certos estetas.













6/16/2016

Apanhando por prazer

Qando conheci maja, há cicno anos, ela me disse: "Você pode fazer o que quiser comigo, menos me bater."

Ela estava certa, na época. Aind anão estava preparada nem entendia o que realmente gostava.

As coisas mudam. Aos poucos, ela foi explorando seus limites. depois de ser amarrada algumas vezes, descobriu o prazer da dor.

Meu prazer acompahu o dela. Um dominador só sente prazer ao ver prazer em quem se submete. É um princípio indispensável. E um prazer que não acaba.








6/03/2016

Marca de corda


Marca de corda e seu significado

Maja tem orgulho das marcas que a corda faz no seu corpo: não se importa nos sinais que ela lhe deixa depois de nossas sessões e faz comentários espirituosos sobre isso.

Há razões para isso. Ela se orgulha de quanto pode suportar. marcas de corda representam uma vitoria pessoal: sexo maravilhoso e ser forte, tanto quanto aparentar ser fraca.

É um paradoxo, mas é preciso ser muito forte para ser submissa. E ser amarrada e apanhar como ela pede. é como ser a Mulher Maravilha, que por sinal tinha uma corda mágica como sua principal arma.

A marca de corda é também um sinal de conexão entre duas pessoas. São sinais como uma tatuagem temporária. Que precisa, portanto, ser sempre renovada.

Para mim, são sinais de possessão. Ou melhor, de um desejo possessivo, selvagem, forte, extremo. Para ser sentido fundo na carne. Tão fundo que dura.

É um prazer ver uma mulher com marcas de corda. Orgulhosamente. É como uma coleira. Porém, mais sutil.










6/01/2016

Amarrada em jeans

É difícil explicar de onde vem o prazer de amarrar uma mulher em jeans. Imagino que seja por ser tão inocente, ou casual - é como capturá-la num momento qualquer do dia a dia.

Uma mulher de jeans sem sapatos, então, é um convite para instintos dominadores. Talvez porque sem sapatos seja ianda mais casual. E íntimo.

Gosto de mulheres com jeito de dona de casa, ou na calam doméstica, desde que quando criança vivia na barra a saia daquelas mulheres suburbanas, limpando a casa e cozinhando de chinelos ou de pés no chão. Algo provavelmente normal para a maioria das pessoas, mas que num dominador instintivo sugerem a presa perfeita para ser surpreendida, dominada, amarrada e amordaçada. Casualmente.

Eu gosto da fatasia da inavsão de uma casa, do rapto, assim como em muitos filmes. é apenas uma fantasia, claro, uma brincadeira, um jogo, distante de violência real, que na verdade é um turn off para institntos desse tipo. Quando praticado como esporte, porém, é muito excitante - para ambas as partes.




















Enquanto isso, aquele olhar

Às vezes, ela olha para você e é o bastante; pode ser enquanto você vê TV ou faz qualquer outra coisa. Volta os pés na sua direção; então você sabe o seu desejo e não podemos deixar de atender. Às vezes eu penso em resistir, mas Doms podem ser fracos como a carne - e os instintos são mais poderosos que a vontade.

Esporte para cavalheiros

Na internet, me acostumei a ver que a podolatria geralmnnte implica na submissão do homem á mulher. Algumas pessoas gostam de lamber pés e ser pisoteados em sinal de adoração e submissão à parte mais simbólica do poder feminino. Ok para quem tem essa inclinação, mas um dominador pode ainda ser um dominador e gostar dos pés de sua parceira ao ponto da adoação. Não há nada mais que que um belo par de pés amarrados. E pode ser  uma sensação... deliciosamente possessiva.

Gosto de encontrar maneiras diferentes de amarrar pés. É um sofisiticado esporte para cavalheiros. recomendo. veja abaixo algumas de minhas experiências.






O amor extremo é verdadeiro

Ouvi de amantes do BDSM que o jogo da dominação exclui a possibilidade do amor. Que você não pode ser "Dom", no estrito senso, se amar o objeto do seu desejo. Que não se pode dominar alguém amando essa pessoa verdadeira e completamente. Que as coisas são separadas.

Não é verdade. Comecei a amarrar Maja por acaso, por ler no jeito dela que isso seria seu desejo, e é algo que praticamso e gostamos de fazer juntos.  é uma maneira de expressar amor no seu extremo - amar até doer. Possuir até o máximo da possibilidade. Querer tudo é permitido. E ainda é amor.

O bdsm não é um estlo de vida, ao contrário do que muitos dizem. É uma fantasia. Que pode nos ajudar na vida real. A fantasia nos ajuda a colocar as coisas nos eixos. A entender quem somos. o que queremos. E com quem queremos.

a maioria das sub que eocntrei na vida gostam de mandar muito na vida real. Maja é minha escrava e não pode ser uma feminista, é claro, e ser submissa não significa que gosta de ser abusada no trabalho ou no dia a dia. É muito prazeroso viver para alguém que deseja e submeter completamente. é um grande compromisso de amor.

Vejo o bdsm como um multiplicador do desejo e do amor. Eu poderia viver sem isso, mas, como maja me disse uma vez: para quê? E tem razão.


É bom ser justo